sábado, 3 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Cidade de Praças Belas mas abandonadas

Caminhando pela minha cidade morena me deparei com uma das mais belas praças da cidade, a conhecida Praça Brasil, local que me reporta a infância de minha vida onde aos 07 anos aprendi a bicicletear aos olhos de meus tios.
Pois bem, infelizmente como tem sido praxe na cidade de Belém o abandono pelo poder público este logradouro não escapa a regra, fiquei indigando em ver a sujeira, o abandono e a falta de paisagismo na praça.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Instituto Ariri Vivo promove plantio de árvores da Amazônia

Semana de Meio Ambiente 2010 promovido pelo Instituto Ariri Vivo com o apoio das Associações do Conjunto Satelite, SEMMA, EMBRAPA e Parque dos Igarapés realizou programação o plantio de espécies nativas da Amazônia na Praça Central do Conjunto.
A iniciativa busca sensibilizar toda a comunidade, autoridades e poder público para duas áreas verdes fragmentadas que fazem limite e também acerca do Rio Ariri, rio urbano que hoje sofre um enorme impacto da urbanização do seu entorno.
O evento contou com a cobertura da Tv Norte, SBT e teve a presença do Dr. José Carlos Barbosa (Zé Carlos) representante da comissão de meio ambiente da OAB/PA, o Secretário de Meio Ambiente do Municipio de Belém e diretores, Representantes das Associações, Professores da rede particular e pública.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
ACABANDO COM O QUE RESTA DE MATA
Uma das ultimas áreas de mata além de continuarem derrubando árvores para retirada de aterro, foi invadida. Fato lamentável pensando no potencial que esta área ainda tem e/ou tinha para a conservação dos recursos naturais da ilha, sem falar que muitos artesões coletam e/ou coletavam sementes para a confecção de pulseiras, cordões e outros artefatos.
O mais impressionante é que existem instituições de peso localizadas proximos ao local, imagine o quanto esta área que esta sendo destruida poderia ser útil para a educação dos jovens alunos tecnicos ambientais da Escola Bosque, tenho certeza que se estas instituições saissem mais da teoria e fossem mais para a pratica estes crimes contra o meio ambiente poderiam ser evitados.
Com a fala os projetos da Prefeitura que falam muito e agem pouco.....
Lamentável.
domingo, 22 de novembro de 2009
Este assunto é muito sério....estão destruindo o que resta
Pontes Belém-Mosqueiro ameaçam comunidades
Famílias da Ilha de Caratateua lutam para manter as suas terrasO próximo dia 28 de novembro é aguardado com ansiedade nas comunidades do Fama e da Tucumaieira, na ilha de Caratateua, onde fica a praia do Outeiro. É quando as famílias que moram nessas duas comunidades terão uma reunião com representantes da Prefeitura e da Companhia de Desenvolvimento da Área Metropolitana de Belém (Codem) para definir se - e de que forma - terão direito a uma titulação definitiva dos terrenos onde muitos vivem desde que nasceram. O tempo urge para essas pessoas, já que é cada vez mais certo que elas serão impactadas - para o bem ou para o mal - pela a construção das pontes que irão ligar Belém a Mosqueiro.
Pelo menos uma delas passará no meio das comunidades. Foi o que anunciou o secretário municipal de Urbanismo Sérgio Pimentel, no meio da semana, em uma audiência pública com moradores de Outeiro. A obra tem um custo inicial estimado em R$ 150 milhões e pretende reduzir a distância entre Belém e Mosqueiro em pelo menos 60 km. No projeto inicial, quatro pontes estão previstas para serem construídas.
A decisão oficial veio à tona este mês, o que significa que deve estar sendo elaborada em gabinetes há muito mais tempo. Esse é o raciocínio da presidente da Associação Comunitária do Fama, Ângela Carvalho, 34 anos. Esse seria o motivo pelo qual nos últimos meses uma pequena guerra escondida esteja sendo travada nas comunidades. Terras que antes não eram valorizadas passaram a ser alvo de cobiça. Uma grande empresa construtora de Belém já saiu comprando terras de moradores mais antigos de Tucumaieira. Numa guarita improvisada, um homem forte faz plantão dia e noite para evitar ‘invasões’. Um empresário da comunicação e um político ligado ao PSDB também já teriam comprado extensos lotes de terra na área.
As pequenas invasões já começaram. Uma bandeira do MST já foi fincada no local. Entre os moradores da comunidade se diz que os sem-terra estão preparando a chegada de 1.500 famílias para ocupar as terras. Além disso, ações semelhantes a de grileiros, começam a ser executadas, principalmente em Tucumaieira.
Noêmia Oliveira, 62 anos, é uma das que vêm sofrendo com essa ação. Mora há 20 anos no Tucumaieira. Comprou a casa do mesmo homem que agora quer expulsá-la do local. “Ele está fazendo o mesmo com um monte de vizinhos meus. Muitos já foram embora porque tiveram as casas derrubadas”.
O homem é conhecido por Ferreira. Tem a ajuda de outro, o Quaresma. “Acabou o sossego da gente”, diz Noêmia, que plantou dezenas de pés de açaí no quintal da casa, que dá para um igarapé, onde cem metros adiante irá ser construída a ponte. “Acho que cresceu o olho depois que essa história da ponte começou a ser falada”, acredita.
“Na verdade, está faltando definir o que é o projeto. A especulação é grande. Precisamos saber se é viável para a comunidade. Ninguém tinha visto nada do projeto até aquela audiência”, diz Ângela, a líder comunitária.
PONTES
Com custo estimado em R$ 150 milhões, a construção das quatro pontes pretende reduzir a distância entre Belém e Mosqueiro em 60 km. Pelo menos uma das pontes passará no meio das comunidades do Fama e da Tucumaieira, na ilha de Caratateua. So na Fama vivem 872 famílias.
Especulação imobiliária já começou
Para os moradores, o clima é de expectativa e certa insegurança. “A gente não sabe bem o que vai ser feito de nós. Eu tenho medo de perder o sossego, mas tenho medo de perder mais ainda a minha casa”, diz Raimunda dos Santos Carvalho, 74 anos, viúva há cinco meses, desde que o marido foi morto a tiros em uma emboscada armada por ratos d’água que lhe levaram pertences do barco. “Eu moro aqui há 19 anos. Algum direito eu devo ter”, diz ela.
O problema, segundo Ângela Carvalho, é que nenhuma das 872 famílias do Fama, por exemplo, possui titulação da terra. Mesmo que estejam no local há pelo menos três gerações. No Tucumaieira, documentação de terra também é artigo de luxo.
Amil Menezes, o ‘Caçamba’, quase não enxerga mais devido a uma ‘carne crescida’ nos dois olhos, mas anda nas matas de Tucumaieira como ninguém. Faz às vezes de mateiro para a construtora que comprou as terras na comunidade. Espreita para ver se alguém se embrenhou na mata com a intenção de invadir. “Olha, tenho 46 anos e, desde que me entendo por gente, dizem que vão fazer essa ponte. Eu mesmo já fiz uns seis picos de demarcação para a construção de obras de ponte e até hoje não vi sair nada”, diz ele. Caçamba diz que ainda encontra caça nas matas locais. “Tatu, paca, cotia. Só não tem veado. Esses só no Outeiro”, brinca.
No Fama, à beira do igarapé que desemboca no rio Maguari, Dalva Ribeiro, 56, teme o aumento da violência, mas entende que uma hora vai ser preciso mudar. “Não temos nada por aqui. Nem lojas, nem nada. Quem sabe com a estrada isso mude”. Irmã Dalva, como é conhecida, largou o Marajó, onde o pai trabalhava como ‘feitor’ em fazendas, para vir morar em Belém. Há seis anos está embrenhada na beira do rio e da mata. “Sei tudo de cavalo”, diz. “Agora estou domando os barcos a remo”. Está tentando aprender a lidar com a criação de peixes. O marido, Anselmo, já cavou três locais que serão tanques, planejam, para tilápias e tambaquis.
A comunidade do Fama vem passando por treinamento feito pelo Senac para aprender a lidar com a criação de peixes. É uma alternativa de renda. “Estamos num impasse”, diz Ângela Carvalho. “Essa é a única parte de toda a ilha que ainda tem mata. O Fama era o patinho feio que agora todos estão achando bonito. A ponte vai trazer benefícios? Não sei. Não se sabe. O que sei é que moramos num paraíso e poderemos passar a viver no inferno. Isso é o que eu sei”. (Diário do Pará).
O texto acima faz parte da reportagem do Diário do Pará do dia 22 de novembro, o fato é que em caratateua a especulação ja começou, acontece que no mosqueiro também existem comunidades que precisam ser preparadas para o que vem pela frente, pois este projeto que a atual prefeitura quer por força implentar não leva em consideração a vida das pessoas que moram nestes locais e muito menos os impactos ambientais que inevitavelmente acontecerão.
O mapa que coloco é justamente do ponto entre caratateua e mosqueiro, é notório que ainda existe bastante vegetação de ambos os lados e focando nó mosqueiro fica claro a existencia do que talvez seja a ultima área de floresta nativa e extrativista daquela região.
terça-feira, 8 de setembro de 2009

Continua a derrubata de mata para retirada de aterro na ilha de Caratateua, em 2008 estive visitando esta área a convite da Escola Bosque, lembro que na época o objetivo da visita era chamar a atenção para este crime contra a natureza, passados 1 ano da visita, esta imagem atual mostra que a prática criminosa continua acontecendo, em 2008 representava um pouco mais de 03 hectares de área devastada, hoje chegamos ao patamar de 6,41 hectares.
A pergunta que se faz é: Cadê os órgãos de defesa do meio ambiente, é inadimissível que esta área seja vizinha de uma Escola de refencia em Educação Ambiental para o Município de Belém e nada ser feito.
Procure neste mesmo blog o texto que falo sobre esta área, fevereiro de 2008.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Lugar Lindo
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Agressão contra a nossa fauna
Em uma residencia em icoaraci me deparei com um absurdo, casal de papagaio preso a mais de 3 dias sem comida e nem agua.Este tipo de crime é comum em nossa sociedade, onde as leis ambientais não são observadas e respeitadas por nossa população.
Cabe uma boa denuncia para o IBAMA, o que ja foi providenciado.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Saneamento em Belém piora em seis anos, diz FGV

BELÉM (PA) - Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) resultou em um relatório sobre o saneamento em diversas capitais do Brasil. O trabalho, intitulado “Saneamento, Saúde e Bolso do Consumidor”, corresponde à terceira etapa da pesquisa “Impactos Sociais de Investimentos em Saneamento” feita pelo Centro de Políticas Sociais da FGV à pedido do Instituto Trata Brasil. Dados do acesso à rede de esgoto nas capitais brasileiras, segundo Censo Demográfico 2000 do IBGE, apontam que a capital com maior acesso a esgoto é Belo Horizonte (MG), onde 91,42% da população afirmam ter rede coletora de esgoto; São Paulo fica em segundo com 85,48%.
Goiânia é a terceira colocada, com 85,22%. Vitória, quando informada pelos próprios moradores, ficava na segunda posição, com 89,32%, mas perde sua posição no ranking quando os dados são coletados nas prestadoras de serviço. Macapá e Porto Velho são as cidades menos cobertas por saneamento. Belém tinha apenas 6,7% de cobertura em 2000, seis anos depois esse índice caiu para 5,21%. Segundo o relatório, o Brasil ocupa atualmente a 75ª posição em saneamento básico entre 177 países analisados segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ( PNUD). Em 1991, o Brasil ocupava a 71ª posição.
Mesmo com a queda no ranking, o país melhorou seu índice no último ano (2007), quando houve uma evolução deste quadro. O Programa de Evolução Recente gerado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), permite analisar a evolução do acesso a esgoto desde o início da década de 1990. O déficit atinge hoje 50,6% da população brasileira, menor nível de toda a série analisada na pesquisa.
A pesquisa afirma que a chance de filhos nascidos mortos sobe 24% com a ausência de rede de esgoto. Tal impacto é observado também na infância, quando registra- se que 60% das faltas de crianças matriculadas em escolas ocorrem em função de doenças relacionadas às más condições de saneamento. As chances de quem tem acesso a saneamento perder aula por dias acamados com sintomas de diarréia e vômito são 9% menores. Estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que R$ 1,00 aplicado em saneamento gera R$ 2,50 de economia em saúde. Segundo o Sistema Único de Saúde (SUS), esse valor sobe para R$ 5,00 de economia a cada R$ 1,00 investido em saneamento. Segundo a pesquisa da FGV, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento vêm os índices.
Dados da PNAD 2007 atestam que após o lançamento do PAC houve uma aceleração na queda do déficit de saneamento para 5,02% ao ano. Os dados anteriores eram de 1,29% no índice de queda. Além das obras do PAC, mudanças no Censo 2010 do IBGE vão fazer diferença no controle das políticas públicas. O próprio recenseador, além de perguntar sobre saneamento aos entrevistados, emitirá sua opinião sobre as observações das condições de serviços públicos nos locais que visitar.

Minha quarta viagem a Aldeia Kaapor, fazendo levantamento de potencial não madeireiro.